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sexta-feira, agosto 12, 2022
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Correto manejo nutricional da figueira

Givago Coutinho Doutor em Fruticultura e professor efetivo do Centro Universitário de Goiatuba (UniCerrado)givago_agro@hotmail.com

Figo – Créditos: Pixabay

A figueira (Ficus carica L.) é uma espécie pertencente à família Moraceae. O gênero ao qual pertence, Ficus, engloba por volta de 1.000 espécies e desperta o interesse para a maioria das espécies apenas para fins de jardinagem.

Dentre as cultivares, ‘Roxo de Valinhos’ é a mais largamente cultivada no Brasil, sendo a principal plantada a nível comercial e seus frutos são utilizados tanto para consumo in natura quanto na indústria.

Potencial de cultivo

Atualmente, o cultivo da figueira tem se tornado uma opção interessante para a agricultura familiar e agroturismo. Quanto à utilização dos frutos, os figos, quando ainda verdes, são comercializados em feiras e supermercados, utilizados na fabricação de compotas e frutas cristalizadas ou vendidos à indústria de doces.

Quando maduros ou nos estádios iniciais de maturação, comumente conhecido como “de vez”, são utilizados no consumo in natura ou na forma de doces como a figada (em barra), geleias e tipo rami.

Neste contexto, o correto manejo nutricional da figueira em todas as suas fases fenológicas visa alcançar altos índices produtivos e assim viabilizar os cultivos de forma sustentável e racional, permitindo a expansão da cultura para novas áreas de produção, além de incentivar a diversificação de culturas e renda por parte dos produtores, desde os cultivos mais tradicionais até os mais tecnificados.

Correto manejo nutricional

Para a calagem, deve-se ajustar a faixa ideal de pH para a cultura entre 6 e 6,5 e a saturação por bases próxima a 70%, com teor de magnésio de no mínimo 0,9 cmolc.dm-3. Recomenda-se utilizar o método da saturação por bases, efetuando-se a correção para o poder real de neutralização total (PRNT) do calcário adquirido.

A calagem deve ser realizada com prazo de antecedência mínimo de três meses à instalação do pomar, além de se optar preferencialmente pelo calcário dolomítico, fonte de cálcio e magnésio.

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