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quarta-feira, abril 24, 2024
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Fertilizante mineral impulsiona produtividade de canola no RS

Fonte de cálcio e enxofre solúveis auxilia no enraizamento e formação da proteína do óleo de canola.

A canola é um cultivo de inverno que se encaixa no sistema de produção do RS, seu principal produtor no país, utilizando o mesmo maquinário destinado à soja no verão. Porém, diferente dos cereais de inverno como trigo e aveia, a canola é uma oleaginosa, o que possibilita uma quebra no ciclo de pragas e doenças na rotação de culturas.

Por não aceitar bem solos muito ácidos, uma solução encontrada por produtores de canola do noroeste gaúcho foi o uso de um fertilizante mineral desenvolvido em Santa Catarina pela MaxiSolo – divisão de nutrição vegetal da SulGesso – que neutraliza o alumínio tóxico do solo. O SulfaCal vem sendo utilizado em diversas culturas, inclusive na canola, trazendo resultados na qualidade e produtividade dos grãos.

Créditos: Unsplash

No caso da canola, a planta também exige muito enxofre, devido ao alto teor de óleo nos grãos. Esse nutriente – fornecido pelo SulfaCal – pode aumentar a produção e o teor de óleo das sementes.

No município de Giruá, produtores de canola registraram na última safra 5,05 sacas a mais por hectare, utilizando 250kg por hectare de SulfaCal em cobertura. Isso representa 9% a mais em produtividade em relação à safra anterior. Um incremento importante, tendo em vista que a maior parte da produção é destinada para uma indústria da região. 

Ao longo do tempo, a prática vem comprovando que o uso de fertilizantes minerais, em lavouras de inverno e pastagens, garante solos com melhor desempenho. O fertilizante mineral SulfaCal possui alta concentração de cálcio e enxofre solúveis, e é indicado para todas as culturas.

Tecnologia SulfaBor

Além do fertilizante mineral SulfaCal, os produtores agora têm à disposição o SulfaBor, que disponibiliza nutrientes como cálcio, enxofre e boro ao longo do ciclo. Para a cultura da canola, o boro é essencial para a floração e incremento na produção.

O grande diferencial da tecnologia é um mecanismo composto por duas dinâmicas de liberação – uma mais rápida e outra gradual -, fornecendo o boro no início, no meio e no fim da cultura, podendo até mesmo deixar um efeito residual para o próximo ciclo. “O cálcio e boro têm papel fundamental no enraizamento de culturas para explorar agua e nutrientes do solo, resultando no desenvolvimento do sistema radicular e florescimento. Então precisamos do cálcio para a estrutura de parede celular, o boro para o florescimento e enchimento de grãos e o enxofre para formação de proteína na canola”, explica Caio Kolling, supervisor técnico da MaxiSolo.

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