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quinta-feira, janeiro 27, 2022
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Híbridos de mamão dominam mercado

Igor dos Reis Oliveira Graduando em Agronomia – Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)reisigor07@gmail.com

Bianca Cavalcante da SilvaDoutoranda em Agronomia/Produção Vegetal – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FCAV/UNESP), Campus de Jaboticabal, SP.bianca.cavalcante@unesp.br  

Krishna de Nazaré Santos de OliveiraEngenheira agrônoma – Universidade Federal da Amazônia (UFRA), Campus de Capitão Poço – PAkrishna.oliveira14@gmail.com

Mamão – Crédito: Brapex

A cultura do mamoeiro representa uma importante cultura frutícola para o Brasil. Entretanto, a maioria da produção comercial concentra-se, em geral, no plantio de três ou quatro cultivares, as quais são variedades do grupo heterótico Golden, Solo e Sunrise Solo, conhecidas comercialmente como mamão havaí ou papaya, que possui como principal característica o fruto do tipo pequeno, com média 0,6 kg.

Adicionalmente, o segundo grupo de cultivar mais plantado são os híbridos, do tipo heterótico Tainung 01, Formosa e Calimosa, os quais possuem elevado rendimento quando comparado com os híbridos do tipo Solo.

Para Reis et al. (2015), os grupos ‘Formosa’ e ‘Solo’ destacam-se como sendo as cultivares mais exploradas no Brasil. Com referência aos híbridos do grupo ‘Solo’, destacam-se ‘Improved Sunrise Solo Line cv. 72/12’ e ‘Sunrise Solo’, conhecidos como mamão havaí e mamão papaia, respectivamente.

E no grupo ‘Formosa’, destacam-se ‘Tainung n.1’ e ‘Tainung n.2’ (Serrano; Cattaneo, 2010). Nesse sentido, 80% dos pomares comerciais no País são ocupados exclusivamente por variedades do grupo Solo (Ruggiero et al., 2011), as quais são destinadas, principalmente, ao mercado externo, enquanto a outra parte da área plantada é ocupada por híbridos do grupo Formosa, utilizados para o consumo interno.

Grupos

No âmbito comercial, as variedades mais cultivadas são pertencentes aos grupos Solo e Formosa, sendo que as variedades que pertencem ao grupo Solo são cultivadas em diversas regiões do mundo. Isso porque produzem frutos preferíveis para o processo de exportação, com tamanho reduzido.

Por outro lado, os mamões do grupo Formosa são relativamente maiores, comparados ao do grupo Solo, e por isso veem ganhando espaço no mercado interno e externo, sendo perceptível um crescimento considerável nas vendas, de forma especial para o Canadá, Europa e Estados Unidos (Dantas; Oliveira, 2009).

Cenário atual

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