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Himev estreia no Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras

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Crédito Luize Hess
Crédito Luize Hess

Essa foi a primeira vez que a Himev participou com seu estande do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras. “Estivemos no ano anterior como visitantes e consideramos um evento indispensável para quem trabalha com este setor. Temos uma máquina desenvolvida para apoiar e dar suporte ao produtor de café e estivemos aqui para apresentá-la. O engenheiro agrônomo José Braz Matiello, um dos organizadores do evento, inclusive já mostrou um trabalho sobre ela, cujo tema foi ‘Renovação dos Cafezais’“, conta Rosilda dos Santos Ribeiro da Silva, gerente financeira da Himev.

Rui Aparecido dos Santos, supervisor comercial da empresa, diz que já faz tempo que a Himev está analisando e trabalhandopara o segmento cafeeiro, especialmente na questão de triturar o café para renovar o plantio da lavoura, e a Himev tem uma máquina que faz esse trabalho, evitando queimadas e riscos ao operador. “Ela derruba e tritura os pés de café, transformando-os em adubo. Essa é a grande surpresa da Himev para o ramo de café“, considera.

A empresa

A Himev é uma empresa de origem europeia e está há 13 anos no mercado nacional. “Nossa máquina é 100% fabricada no Brasil, no Estado de Santa Catarina. Sempre visamos, em primeiro lugar, a qualidade da operação, com segurança para o operador e para quem está em volta.É uma máquina de fácil manuseio e manutenção, que oferece segurança e agilidade no trabalho“, garante Rui Aparecido.

O Ecotritus Himev proporciona aproveitamento total dos resíduos - Crédito Himev
O Ecotritus Himev proporciona aproveitamento total dos resíduos – Crédito Himev

O evento

Para Rosilda dos Santos, o evento superou suas expectativas. “Somos uma empresa de mecanização agrícola que atua em todo o Brasilcom uma máquina diferenciada e inovadora,e tivemos bastante visitas. Ficamos muito satisfeitos com os resultados“, avalia.

Na oportunidade, a empresa apresentou uma máquina de grande praticidade para o cafeicultor, seja no início da sua atividade, para preparar o solo e plantar o café e depois remover tudo e plantar de novo. “Nossa máquina se faz presente no início e no final da lavoura de café“, afirma Rui.

Além de estar presente com estande no Congresso do Café, a Himevtambém fez uma demonstração do equipamento no Dia de Campo. “Acoplamos um trator na máquina e mostramos, na prática, como ela funciona.A Himev possui uma linha de equipamentos leves e outra de equipamentos pesados. Com isso, conseguimos atender os agricultores que possuem tratores de 50 a 250 CV. Temos equipamentos para o pequeno, médio e grande produtor“, conclui o supervisor comercial da empresa.

O Ecotritus

O cafeicultor tem mostrado resistência em substituir suas lavouras. “É claro que existem práticas de recuperação técnica e economicamente viáveis, porém, após uma criteriosa análise, se possível assessorada por um técnico especialista, aquelas áreas em que não for indicada a recuperação, a substituição dessa lavoura por uma nova vai compensar muito, pois uma área pouco produtiva pode ‘comer’ o lucro das demais“, aponta Matiello.

Ele continua com o fato da substituição envolver muito trabalho e, lógico, custo adicional, parte pelo arranquio, mais uma parcela, hoje estimada em R$ 15 mil a R$ 20 mil por hectare para implantar uma nova lavoura de café. “Facilitando e barateando a erradicação e não revolvendo o solo, o equipamento vai otimizar a erradicação como os novos plantios“, garante o especialista.

José Bras Matiello - Crédito Luize Hess
José Bras Matiello – Crédito Luize Hess

Resultados obtidos com o Ecotritus

Experimento realizado em Pirapora (MG), um teste de erradicação de cafezal foi feito na Agropecuária São Thomé, em Pirapora, (MG), no período de julho ” agosto 2016, em 80 hectares de cafezalvar. Catuai e Catucai, no espaçamento 3,6 x0,5 m, com 12 anos de idade e altura de plantas de cerca 3,5 m, com grande massa de ramos e troncos.

O Ecotritus HP 270 foi operado em trator de 200 CV, à marcha ré, sobre a linha de plantas. A especificação do fabricanteé para operar à velocidade de 0,8 a 02 km/hora, dependendo da massa a triturar e do tamanho dos resíduos desejados.

O rendimento obtido em Pirapora resultou, com manobras, num movimento operacional útil médio de 0,52 km/ha= erradicação\trituração do cafezal na base de cinco horas de trabalho por hectare.

O custo estimado da operação por hectare foi de R$ 400,00, no uso de conjunto próprio, projetando-se um custo cerca de 50% acima no caso de trabalho terceirizado. A área trabalhada ficou bem limpa, com apenas os tocos bem baixos, 03 – 05 cm.Se necessário, dependendo da cultura posterior e do preparo do solo requerido, os tocos podem ser facilmente arrancados com a passagem do pequeno subsolador ou arado de discos sobre a linha ou na aração normal e preparo para os cultivos desejados.

Vantagens do EcotritusHimev

Ãœ Trabalho rápido e em operação única;

Ãœ Aproveitamento total dos resíduos, portanto, com nutrição orgânica do solo rica em macro e micronutrientes, além de favorecer os aspectos físicos e biológicos do solo. Pedaços pequenos favorecem sua decomposição;

Ü Deixa o terreno bem limpo, favorecendo o preparo para outros cultivos.

Essa matéria completa você encontra na edição de dezembro 2017 da revista Campo & Negócios Grãos. Adquira já a sua para leitura integral.

 

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