Para cada situação, a TMG tem uma solução

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Crédito Ana Maria

O Dia de Campo realizado pela Amipa contou com a apresentação das cultivares da TMG – Tropical Melhoramento & Genética, empresa que atua no mercado de soja e algodão desde 2001, com a missão de desenvolver soluções genéticas para entregar produtividade e rentabilidade aos agricultores.

No evento foi apresentado o portfólio de algodão da TMG, com variedades de altíssima qualidade de fibra, alta produtividade e rendimento de pluma, além de contarem com biotecnologias que auxiliam no controle de pragas e tolerância à principal doença do algodoeiro – a ramulária.

Pontos fortes de cada uma:

ð TMG 47B2RF: alto potencial produtivo, tolerância à ramulária, equilíbrio na qualidade de fibra.

ð TMG 44B2RF: ótima qualidade de fibra e tolerância à ramulária.

Materiais para refúgio:

ð TMG 61RF: alto teto produtivo e ótima qualidade de fibra.

ð TMG 62RF: bom arranque inicial e rápida definição do potencial produtivo. Excelente opção para áreas de refúgio.

“A TMG tem, hoje, mais de 1/3 do mercado do algodão no Brasil. Já temos lançamentos prontos para a safra 2020 e 2021, e a previsão é ultrapassar 40% do mercado em até duas safras. Hoje nosso banco genético está muito bom e o mercado está nos mostrando isso”, diz Luis Antonio Faeda, suporte técnico em algodão da TMG.

Primeira geração

A TMG conta com um total de seis soluções genéticas, citadas anteriormente, que fazem parte da segunda geração, e mais dois materiais da primeira geração. São eles:

ð TMG 42WS: uniformidade de pegamento entre o baixeiro, terço médio e ponteiro;

ð TMG 81WS: sistema radicular agressivo e crescimento vigoroso, aptidão a solos de média fertilidade e tolerância ao nematoide das galhas.

“As duas variedades são muito plantadas no Brasil todo, principalmente na Bahia. A TMG 81WS tem áreas na safra passada que atingiram 510 arrobas por hectare”, orgulha-se Luis Faeda.

O evento

A Ciaseeds, agora, é a nova parceira TMG. “Em razão da qualidade das sementes, a TMG cresceu cerca de 50% em volume comercializado e também em área de plantio de algodão. A Bahia voltou a plantar bastante e o Mato Grosso teve um aumento considerável. Minas Gerais, pela altitude, também se mostra propícia à cultura do algodão, então esse evento tem tudo para crescer, e vamos continuar participando”, finaliza Luis Faeda.