Quem semeia boas práticas, colhe qualidade

0
8
Café – Crédito: Shutterstock
Na cafeicultura existem duas perguntas que se propagam em toda a cadeia de produção e transformação. A primeira: O que é um café especial? A segunda: Como produzir um café especial? São questões que ecoam do campo à xícara e tem mais camadas que as paredes seculares das casas dos barões do café.

Assim como aconteceu nestas paredes, os tons, as cores e as percepções estéticas da bebida também foram modificadas com o passar do tempo. Assim é a definição de qualidade do café, os padrões são constantemente ressignificados em nome dos aspectos socioculturais e das tecnologias disponíveis.  Além, é claro, das questões referentes à escala de produção e a eterna batalha entre o tecnológico e o artesanal. Modelos que são, ao mesmo tempo, tão antagônicos e complementares. Então, vamos começar o artigo com um “spoiler”!

Cafés especiais envolvem capricho, amor e, principalmente, entender que a alma do fruto está na semente. Sem ela não há vida, nem sabor. Resumindo, cafés especiais preservam a vida do embrião, do cafeicultor e, principalmente, do consumidor. Agora que já discutimos o que faz um café ter qualidade e ser especial, como produzi-lo?

Nesse caso, é preciso ser um pouco prolixo, apenas para que fique claro: produza semente! Partindo deste princípio, estabelecemos alguns passos que vão da colheita à armazenagem e que não podem ser negligenciados para quem deseja produzir cafés especiais. Leia este ARTIGO na íntegra na página da Embrapa Rondônia, e no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café.  Conheça também o Portfólio de tecnologias do Consórcio pelo link http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637 e também acesse todas ANÁLISES e notícias da cafeicultura.