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quarta-feira, julho 6, 2022
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Sete dicas para gestão de água produtiva na sua lavoura

Produtor, você já parou para pensar quanto de água é utilizado para produzir uma tonelada de qualquer alimento? Saiba que hoje, já é possível otimizar recursos hídricos e aumentar sua produtividade da água. Um estudo realizado por técnicos da Netafim/Amanco em áreas de diversas culturas, apontou redução de até 50% no consumo da água, aliado a um aumento de produtividade de 100% em alguns casos, quando aplicado o sistema de gotejamento.

Dessa forma, o engenheiro agrônomo e gerente agronômico, Cristiano Jannuzzi, orienta agricultores para esse desafio de ter um manejo de água adequado na sua lavoura para maior produtividade e sustentabilidade no campo:

1 ” Ter o conhecimento do histórico do balanço hídrico (volume de chuvas e evapotranspiração) de sua região.

2 ” Saber o tipo de solo da sua propriedade e a capacidade de retenção de água, por meio de métodos de campo ou de laboratórios.

3 ” Entender as necessidades hídricas da cultura que será implantada (coeficiente de cultivo).

4 ” Solicitar a orientação de um engenheiro agrônomo que, baseado nos itens 1, 2 e 3, irá elaborar um agroprojeto, atendendo a parte hidráulica e as necessidades do cultivo.

5 ” Escolher de um sistema de irrigação eficiente, que proporcione ganhos de produtividade e o uso sustentável do recurso hídrico.

6 ” Promover o manejo correto da irrigação com auxílio de estações meteorológicas e monitoramento de solo e planta.

7 ” Realizar a prática de nutrirrigação, que é a aplicação proporcional de solução nutritiva de acordo com as fases fenológicas da cultura.

Cases

Alguns produtores já aderiram ao sistema de irrigação inteligente e produziram mais utilizando menos recursos. Na Fazenda Regina, em Salto Grande (SP), os 39 hectares de milho com irrigação por gotejamento produziram 220 sc/ha, consumindo em média 3,06 mm de água para cada saca entregue. Na área de testemunha a produtividade alcançada foi de 110 sc/ha, com consumo de 6,3 mm por saca, ou seja, mais água e menos produtividade.  Dessa forma, houve um aumento de 100% de produtividade no sistema de gotejo em comparação ao tradicional.

Já na Fazenda Kitanda, em Guaratinga (BA), os 150 hectares de café conilon com irrigação por gotejamento produziu 127 sc/ha, com consumo médio de 13 mm de água para cada saca. Por outro lado, na testemunha, a produtividade foi de 40 sc/ha com consumo de água de 33mm. Neste caso, o incremento de produtividade foi de 317% com sistema de irrigação inteligente, com consumo menor de água.

Nova tecnologia

Diante desse cenário e sempre pensando em trazer conveniência e inovação ao produtor, a Netafim/Amanco disponibiliza a ferramenta que coleta e interpreta os dados, oferecendo recomendações que contribuirão na tomada de decisão dos produtores e, consequentemente, em safras mais produtivas: o Netbeat, o primeiro sistema de irrigação com cérebro.  A tecnologia é uma ferramenta de alta precisão que unifica todas as funções necessárias para a automação e otimização da lavoura em um único dispositivo. Com apenas um clique é possível acompanhar desde o planejamento de irrigação e nutrirrigação, até o rastreamento do crescimento das plantas e condições de solo, em tempo real. Conheça aqui.

 

Sobre a Netafim/Amanco

As duas marcas líderes em irrigação no mercado se uniram e formam a maior e mais completa marca comercial de irrigação no mundo: Netafim/Amanco. Pertencentes a Mexichem, uma das maiores empresas do mundo nos setores químico e petroquímico.

A união das duas marcas no setor de irrigação garante um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação inteligente e digital farming, que visa contribuir com a produtividade da água na agricultura, oferecer a melhor experiência ao produtor e alavancar o mercado de irrigação no país.

 

Sobre a Mexichem Brasil

A Mexichem Brasil é a subsidiária brasileira da Mexichem, com atuação nos setores de tubos e conexões, geotêxteis nãotecido, telecomunicações e agrícola. É resultado da incorporação das seguintes empresas controladas pela Mexichem no Brasil e que hoje são suas marcas comerciais: Amanco (tubos e conexões), Bidim (geotêxteis nãotecido), Netafim (soluções de irrigação) e Plastubos (tubos e conexões). No Brasil, possui mais de 2 mil colaboradores e nove fábricas: Anápolis (GO), Cabo de Santo Agostinho (PE), Joinville (SC ” duas unidades), Ribeirão das Neves (MG), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Suape (PE) e Sumaré (SP). Sua sede administrativa está localizada em São Paulo, capital.

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