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quinta-feira, agosto 11, 2022
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Simbiose do futuro

Ricardo Bemfica Steffen Engenheiro agrônomo, doutor em Ciência do Solo e pós-doutor em Organismos do Solo e Insumos Biológicos para Agriculturaagronomors@gmail.com

Gerusa Pauli Kist Steffen Engenheira agrônoma, doutora em Ciência do Solo e pesquisadora do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA/SEAPDR/RS)

No decorrer da última década, houve significativas alterações sobre a forma de olhar para o solo e compreender as interações que ocorrem neste sistema tão complexo e dinâmico, as quais resultam na produção mais eficiente de grãos, fibras e energia.

“O solo é um organismo vivo correspondente à camada mais superficial da crosta terrestre, constituído por materiais minerais e orgânicos resultantes das interações dos fatores de formação (clima, organismos vivos, material de origem e relevo) ao longo do tempo, contendo matéria viva e em parte modificado pela ação humana, capaz de sustentar plantas, armazenar água, transformar resíduos e suportar edificações”.

O solo é um corpo organomineral formado por três fases, sendo uma fração sólida (que corresponde a 50%), uma fração líquida (25%) e uma fração gasosa (os outros 25%).

E, embora a maior parte da fração sólida do solo seja constituída por minerais, 3-5% corresponde à fração da matéria orgânica. E é justamente esta pequena fração da matéria orgânica que representa a fração viva do solo, fundamental para a produção de plantas, pois é a responsável pelas interações que ocorrem entre as plantas, o clima e o solo.

Fração biológica x qualidade do solo e biofertilidade

A fração biológica do solo é fundamental para a produção agrícola. As altas produtividades dependem de solos quimicamente equilibrados, fisicamente estruturados e biologicamente ativos. Estes são os três pilares que sustentam a produtividade agrícola: 1) a química ou fertilidade do solo; 2) a física ou estrutura do solo; 3) a biologia e microbiologia do solo.

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