Mercado de maçã é beneficiado pela alta do dólar

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Foto João Carlos Lazzarotto
Foto: João Carlos Lazzarotto

A cotação do dólar, em forte ascensão nos últimos meses frente ao Real, está desestimulando as importações, trazendo otimismo aos produtores e ampliando o consumo de produtos brasileiros. É o caso da maçã e do queijo produzidos em Vacaria, nos Campos de Cima da Serra, pela RAR/RASIP. A empresa, de propriedade do empresário Raul Anselmo Randon, já concluiu a colheita da variedade Gala e inicia, neste período, a colheita do Grupo Fuji. A estimativa é comercializar nesta safra, aproximadamente, 70 mil toneladas da fruta. Apenas da variedade Gala foram colhidas 51 mil toneladas. “Estamos otimistas. A colheita da Gala apresentou uma qualidade superior à da safra passada, com maior intensidade de cor e pressão de polpa. Este cenário possibilita que tenhamos uma maior competitividade tanto no mercado nacional, quanto internacional“, destaca o diretor-superintendente da RAR/Rasip, Sergio Martins Barbosa. A variação cambial, da mesma forma que na fruticultura, também tem proporcionado à empresa bons negócios na venda de queijos. O consumo doméstico do Queijo Gran Formaggio, tipo grana, aumentou em relação ao mesmo período do ano passado.