Tecnologias pós-colheita aplicadas em embalagens para armazenamento e transporte

Com melhorias no design e características construtivas as caixas conservadoras em EPS DaColheita ampliam ganhos em armazenamento, redução de frete e qualidade de produtos frescos.

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Foto Divulgação

As mais recentes inovações da linha de conservadoras em EPS DaColheita fabricadas pela Termotécnica serão apresentadas na HORTITEC 2022 – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas -, realizada de 22 a 24 de junho, em Holambra (SP). Como expositora da HORTITEC desde 2017, a Termotécnica vem participando destes eventos nacionais e internacionais e fazendo parcerias com as entidades do setor para o desenvolvimento de tecnologias que auxiliem os produtores de FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras) a atenderem os mercados consumidores no Brasil e no mundo.

Ao encontrar nos supermercados ou nos hortifrutis frutas e hortaliças frescas, saborosas e saudáveis, o consumidor não imagina o caminho e as etapas que estes produtos percorrem da colheita, no campo, até à casa das pessoas. Com a expertise adquirida na parceria com os produtores dos principais polos de fruticultura do país, fornecendo conservadoras de forma contínua e exponencial desde 2010, a Termotécnica amplia e implementa melhorias a linha DaColheita para atender outras regiões e culturas de FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras).

Para atender demandas de clientes e trazer mais vantagens em custos e funcionalidades, as conservadoras DaColheita multiuso para 5 e 8 quilos receberam um novo design mais resistente às movimentações e empilhamento, o que permite acondicionar diversos tipos e tamanhos de frutas e produtos frescos. As novas embalagens ampliam a capacidade de volume interno, proporcionando melhor aproveitamento logístico. Podem ser utilizadas para uva de diversos calibres e são multiuso, ou seja, podem ser utilizadas para caqui, pitaya, kiwi, tomate, entre outras frutas e hortaliças.

As conservadoras DaColheita fabricadas em EPS reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

No armazenamento e transporte, as características construtivas do produto permitiram o aumento da paletização, levando a ganhos de até 10% no frete e nas movimentações. Houve também uma melhoria na área de ventilação das caixas, permitindo o fluxo de ar em todas as direções sem obstruções, o que possibilitou melhor desempenho em túnel de refrigeração e até 10% de otimização no uso da câmara fria e transporte refrigerado.

Testes de transporte e armazenamento realizados pela AgroTropical e validados pela HDG com as conservadoras DaColheita concluíram que elas são a melhor opção no comparativo com caixas de papelão, conservando o frescor por muito mais tempo e representando até 45 dias com a manutenção da fruta em condições ideais de comercialização.

As frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. De acordo com o gerente de Engenharia de Produtos da Termotécnica, Roberto Corrêa, “além de todas as vantagens logísticas e de preservação da qualidade dos produtos acondicionados em comparação com outros tipos de embalagens, as novas conservadoras multiuso DaColheita diminuem custos e ampliam as possibilidades de atender novos cultivos”

Dependendo do tipo de fruta, em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, a diminuição no peso das embalagens representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo. A diminuição do peso das cargas no transporte também gera uma diminuição na pegada ambiental. Estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus mostra que a utilização de soluções de embalagens em EPS DaColheita também contribuem para a redução da pegada ambiental no transporte de frutas em até 9,52% na quantidade de emissões de Co2 eq. (equivalente) em comparação a outros materiais.

Tudo isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores proporciona menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

A embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. “Nossas soluções proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os fruticultores, distribuidores e varejistas. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado”, reforça o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Reciclagem e redução da pegada ambiental no transporte de frutas

Um aspecto importante para atender este mercado é a preocupação com a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. “No Brasil e no mundo os consumidores estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Em termos de sustentabilidade, as caixas conservadoras DaColheita contribuem em três frentes:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras. A Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens.

2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Contribuição para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de CO2 equivalente no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

 “Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, conclui Albano Schmidt.