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quinta-feira, agosto 11, 2022
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Agronegócio pode ser um presente para o Brasil num ano trágico como 2015?

 

Por José Luiz Tejon Megido, Conselheiro Fiscal do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS), Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM, Comentarista da Rádio Jovem Pan.

 

Sim, o agronegócio é um presente de Natal e ainda mais muito mais um voto de feliz ano novo para 2016. Significa uma esperança realista como insistia dizer Ariano Suassuna. O Brasil fica parado na crise do impeachment, dos que gritam golpe, e dos que se dizem traídos ou jamais confiados. O que não temos mesmo é a palavra confiança.

 

E dentro desse mar trágico, o agronegócio representa uma esperança real de um setor que conseguiu crescer em 2015 e que promete crescer em 2016. Teremos uma colheita finalizada, pelos meses maio e junho, com ótimas chances de crescimento de safras.

 

Continuamos com perspectivas mantidas em carnes, o setor de citrus vai iniciar uma campanha de promoção do suco de laranja na Europa, desmontando mitos, por exemplo, que suco de laranja engorda, dentre outros.

 

As incertezas estão presentes como o clima El Niño, chuvas em excesso, os obstáculos da infraestrutura, do transporte e mesmo um possível panorama de paralisações depois da poeteira das fazendas, que podem tentar afundar o agronegócio.

 

Mas, como esperança é um empréstimo que pedimos a felicidade. Segundo filósofos e também como escreveu Maquiavel: não há nada tão desesperador como não ter uma nova razão para ter esperança.

 

Que pelo menos a do agronegócio brasileiro seja uma esperança realista, um voto de ano novo esperançoso, do campo para a cidade. Do Brasil para o Brasil e de brasileiros para brasileiros, um grande e feliz Natal e Ano Novo para todos.

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