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Apex leva novidades para Holambra

Crédito Luize Hess
Crédito Luize Hess

A Hortitec, para a Apex, é uma feira muito importante, embora não seja de realização de vendas. “Nosso objetivo durante o evento é expor e fixar no mercado o nome da empresa, receber os amigos clientes e fornecedores e buscar novas oportunidades e negócios no mesmo segmento“, diz Gersindo Zarpelon, diretor comercial da Apex.

O lançamento ficou por conta do Photon, um bioestimulante orgânico, sem similares no mercado, que faz com que a planta continue produzindo apesar das adversidades climáticas. “É, de fato, uma inovação. Não existe no Brasil, quer seja empresa de fertilizantes ou de defensivos agrícolas, que tenha essa tecnologia, a qual trouxemos dos Estados Unidos, desenvolvida por pesquisadores há mais de 20 anos. Há dois anos esse produto começou a ser comercializado no mundo todo, começando pelos Estados Unidos, México, Israel, Grécia, e agora chegou a vez do Brasil experimentar.  E a Apex é a responsável nacional por ele“, orgulha-se Amaury Diniz Paulo, sócio diretor responsável por pesquisa, desenvolvimento e marketing da Apex

O produto é indicado para todas as culturas, principalmente laranja, que aborta frutos, café, tomate, soja, milho, entre outras. O que muda são as dosagens, que no caso de culturas de ciclo menor, usa-se dose menor em uma única aplicação. Para as culturas perenes usa-se mais de uma aplicação. Em citros, tomate e café a aplicação deve acontecer antes da florada e ser prolongada, fazendo de três a quatro aplicações.No caso da soja, recomenda-se uma única aplicação, antes da florada, por volta de 20 dias depois da germinação

O produto deve ser usado em baixíssima dose, entre 20 a 40 gramas por hectare, sendo que qualquer cultura pode utilizar via pulverização foliar, variando apenas o número de aplicações. “Se pegar carona na aplicação de um inseticida, por exemplo, a mistura pode ser feita sem necessidade de uma aplicação adicional. Da mesma forma, a relação de custo-benefício é muito boa, e todos os resultados que temos no Brasil são muito parecidos com os de outros países, que já fazem uso do produto há quatro ou cinco anos. Portanto, essa é, de fato, uma inovação e uma novidade não só para a Apex, mas para todo o Brasil, que nunca viu um produto como esse“, conclui Amaury Diniz.

Ainda segundo Gersindo Zarpelon, o produto não é caro, sendo compatível com a necessidade do cliente, até porque a dose utilizada é muito pequena. Na cultura da soja, por exemplo, são utilizados 40 gramas do produto por hectare, que deve ser diluído e aplicado via pulverização.

Gersindo Zarpelon e o filho Marcelo Pontin - Crédito Luize Hess
Gersindo Zarpelon e o filho Marcelo Pontin – Crédito Luize Hess

Linha de produtos

Nesta edição da Hortitec, foram expostos, também, os produtos Cobra e Tigre, que são bactericidas e fungicidas praticamente orgânicos, com essências vegetais retiradas de flores, frutos como tomate e morango, sem usar inseticida ou fungicida. “Trata-se de tecnologia para clientes de alta tecnologia, que são o nosso foco“, resume.

A Apex tambémfez o reposicionamento do produto Fulvim, com sua extensão de usopara as grandes culturas extensivas, como soja, milho, trigo, feijão, citros e arroz irrigado.

Segundo Amaury Diniz, as vantagens proporcionadas efetivamente pelo produto se resumem ao aumento de produção. “Fulvim é bioestimulante e faz com que a planta consiga produzir mais. Tecnicamente ele é absorvido pela planta, otimiza a utilização de nutrientes e o resultado final é a melhor produtividade“, explica.

Quanto ao custo-benefício, paracada 01 que se investe, recebe-se de 05 a 10 retornos, e por isso a Apex reposicionou o produto para cultivos que conseguem expressar a relação custo-benefício com muita facilidade.

Essa matéria você encontra na edição de Agosto 2017  da revista Campo & Negócios Hortifrúti. Adquira já a sua.

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