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domingo, julho 3, 2022
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BASF acompanha crescimento da cotonicultura mineira

Créditos Luize Hess
Créditos Luize Hess

A BASF marcou presença no Dia de Campo da AMIPA apresentando toda a sua linha voltada para a cotonicultura. Alexandre Rodrigues de Azeredo, gerente de vendas da regional Uberlândia da BASF, conta que a presença no evento foi muito importante porque tanto a AMIPA quanto a cultura do algodão vêm crescendo muito em Minas Gerais. “Nossa ideia é crescer juntos, oferecendo apoio aos produtores com a nossa linha de produtos e tecnologias que temos para o algodão e várias outras culturas“.

Dentre os destaques estavam os produtos BASF para tratamento de semente e dessecação até o final da colheita do algodão, com ênfase muito forte hoje no mercado de fungicidas, como Orkestra®, Opera® Ultra, Spotâ„¢ SC.

Tecnologia de ponta

A BASF sempre procura levar o que há de melhor em tecnologia para o campo, direcionando o manejo e a solução para cada região específica, e tudo acompanhado por agrônomos e consultores, visando o melhor encaixe para a lavoura. “O que recomendamos é que os produtores procurem nossos distribuidores, os quais vão orientá-los sobre a melhor época de aplicação, time e quais alvos são trabalhados pela linha de produtos BASF“, informa Alexandre Rodrigues.

Na cultura do algodão, por exemplo, o produto Orkestra® SC tem atuação muito forte, sendo o principal fungicida para este fim. Heat® também está atuando forte na dessecação, assim como Nomolt® 150 e Pirate®. “Dificilmente o produtor planta algodão sem usar Orkestra® SC, por seus resultados e pelo complexo de doenças controladas“, ressalta o especialista.

Manejo

Heat® deve ser aplicado próximo à colheita, para uniformizar a maturação. “Buscamos estar sempre junto ao produtor, pelo legado que ele deixará para as próximas gerações. Por isso apresentamos o melhor em tecnologia para que o produtor tenha rentabilidade com mais produtividade e continue por muitos anos suas atividades“, justifica Alexandre Rodrigues.

 

Créditos Luize Hess
Créditos Luize Hess

Mais soluções

Dyogo Fonseca de Castro, técnico de desenvolvimento de mercado da BASF no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, explica que o portfólio para a cultura do algodão começa com o Standak® Top, produto para tratamento de semente pensado não somente no controle de pragas, mas também dos principais patógenos da semente e do solo.

“Antes do tratamento de semente é importante uma boa dessecação com o produto Heat®. Recomendamos esse manejo não só na dessecação das plantas daninhas, mas também na destruição de soqueira, que é um grande desafio para o produtor de algodão.Na sequência indicamos o produto Poquer®, um graminicidadesenvolvido para o controle em pós-emergência, trabalhado na fase inicial de V2 a V3“, pontua Dyogo Castro.

Após o desenvolvimento da cultura é o momento de proteger a lavoura contra as principais doenças, com a mistura de Opera®Ultra na primeira aplicação (25 a 30 dias) e Orkestra® SC, um produto premium para controlar asprincipais doenças da cultura do algodão, como mancha-alvo eramulária. O manejo é fechado com Spotâ„¢ SC para o controle do mofo-branco, uma doença também extremamente importante em que o produto se mostra diferenciado. “E no momento da colheita recomendamos Heat® como maturador para desfolha na cultura do algodão“, finaliza o especialista.

Essa matéria você encontra na edição de agosto de 2018 da Revista Campo & Negócios Grãos. Adquira o seu exemplar.

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