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sexta-feira, agosto 12, 2022
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Manejo biológico no controle de raiz rosada

Igor Souza Pereira Fitopatologista – Instituto Federal do Triângulo Mineiro Campus Uberlândia (MG) igor@iftm.edu.br

Márcia Toyota Pereira Fitopatologista – Faculdade Unileya – Goiânia (GO)mtoyotap@gmail.com

Alho – Crédito Marco Lucini

O termo “raiz rosada” reflete o sintoma mais comum e de maior importância para diagnose visual dessa doença fúngica causada por Phoma terrestris (sin. Pyrenochaeta terrestris) nas aliáceas (Allium spp.).

Essa doença ocorre em todos os estágios de desenvolvimento das culturas, em especial da cebola, considerada uma doença de grande importância. No Brasil, esse patógeno pode se multiplicar no alho (A. sativum), sem causar maiores danos.

Em outros países há relatos de ataque ao alho-poró (A. porrum), chalota (A. cepa var. aggregatum), rakkyō (A. chinense) e cereais como o milho, trigo, sorgo, entre outras. É um patógeno do solo com melhor adaptabilidade às temperaturas mais elevadas, podendo ser encontrado na maioria das áreas de produção de cebola do País.

Em áreas tradicionais dessa cultura observa-se restrição na produtividade, em que não se realiza rotação ou há o plantio de espécies hospedeiras do patógeno. Cultivares resistentes contribuem para a redução dos danos, mas o seu uso deve estar sempre associado a outras práticas de manejo para a convivência com essa doença. 

O primeiro passo para o seu manejo é reconhecer a existência do problema e realizar práticas de redução de danos.

Reconhecendo a doença

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