Aminoácidos são essenciais à produção de feijão

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Autores

Alexandre Viana de SousaGabriel AndradeGiovane Carvalho SandyMatheus Lopes CostaOtávio Figueiredo – Zimerman e SilvaOtavio Tranches Paula Silva

Graduandos em Engenharia Agronômica – IFSULDEMINAS, Campus Muzambinho

Felipe Campos FigueiredoProfessor de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas – IFSULDEMINAS, Campus Muzambinho felipe.figueiredo@muz.ifsuldeminas.edu.br

Broto de feijão – Crédito: Shutterstock

As plantas possuem a capacidade absorver os aminoácidos pelas folhas ou raízes. Os aminoácidos podem desempenhar diferentes funções nas plantas, podendo atuar como agentes redutores de estresse, fonte de nitrogênio e precursores hormonais. Além do efeito complexante em nutrientes e agroquímicos, maior resistência ao estresse hídrico e altas temperaturas e uma maior tolerância aos ataques de pragas e doenças.

Existem alguns estudos que comprovam a eficiência dos aminoácidos quando aplicados de maneira correta. A aplicação de aminoácidos via foliar consegue atenuar os danos relativos ao estresse hídrico, minimizando as perdas da produtividade, mas para alcançar os melhores resultados as aplicações devem ser realizadas preventivamente ou no período inicial da ocorrência do estresse hídrico (Collaço Junior, 2019).

Do mesmo modo, o estudo de Castro et al. (2011) comprovou que a aplicação de aminoácidos atua positivamente quanto ao estresse térmico, tanto em baixas quanto em altas temperaturas, gerando resultados positivos na altura das plantas, números de vagens e da massa dos grãos.

O trabalho de Cinizella (2013) apontou que a aplicação foliar de um produto contendo nove aminoácidos promoveu aumento da produtividade do feijoeiro do grupo carioca na dose de 0,8 L/ha. O autor verificou aumento dos teores foliares do N, Mg, B, Fe, Mn e Zn e redução dos teores de Cu.

Erros e acertos

O maior erro cometido na utilização de aminoácidos é a aplicação de quantidades fora do recomendado, principalmente seu uso exagerado, causando assim um desbalanço hormonal nas plantas que receberem o tratamento (Frasca, 2019).

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