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quinta-feira, agosto 11, 2022
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Cool seed – A armazenagem que seu café merece

 

Fotos Luize Hess
Fotos Luize Hess

Produzir café de boa qualidade é, atualmente, a alternativa mais viável para a cafeicultura brasileira, principalmente quando se pensa em viabilidade econômica. O processo de pós-colheita do café, que trata do recebimento, secagem e armazenagem, é fundamental para obtenção da qualidade e composição da viabilidade econômica da produção. A realização correta das etapas é fundamental para o sucesso da atividade.

A secagem em condições inadequadas é considerada um dos principais fatores das perdas qualitativas e quantitativas do produto, e que reduz drasticamente seu valor de mercado.

Investir em novas tecnologias é fundamental para a manutenção da qualidade do café e competitividade no mercado.

Quem já testou

A Fazenda Sertãozinho, localizada no município de Botelhos (MG), adquiriu recentemente o equipamento de secagem da Cool seed e, segundo o responsável pela gestão do café na propriedade, José Renato Gonçalves Dias, os resultados o deixaram satisfeitos. “O secador foi utilizado apenas no último mês da safra, mas o intuito para 2018 é que todo o cereja descascado seja trazido direto para o secador, pois o objetivo é eliminar o terreiro e, por consequência, a mão de obra, ficando apenas a tecnologia“, pontua José Renato.

Roberto Bortolotto, diretor comercial da Cool seed, explica que a proposta da empresa sempre foi a eficiência e a qualidade para o produtor. “Entregamos o produto e sempre acompanhamos dia após dia com a nossa equipe de engenharia e com apoio de pesquisadores, levando cada vez mais qualidade e rapidez. Todos os nossos clientes estão muito satisfeitos com essa proposta de qualidade da bebida, que passa direto à mesa do consumidor“, orgulha-se.

TomasMatuo, engenheiro agrônomo e representante da Cool seed da divisão Café, informa que os secadores de café Cool seed atendem desde clientes de 500 até 100 mil sacas. “Na Fazenda Sertãozinho implantamos um conjunto de oito módulos de 15 mil litros, com capacidade para secar até 18 mil sacas, dependendo do tipo de café que será secado, se será descascado ou despolpado. Vendemos uma tecnologia customizada para cada fazenda, de modo que seja o melhor formato para atender aquela demanda. Esse equipamento foi implantado no final da safra de 2017 e já está sendo utilizado“, relata.

“A principal mudança observada com o equipamento foi a velocidade na secagem, com um sistema muito mais limpo, facilidade e fluidez para levar o café até a moega, porque os grãos são facilmente carregados pelos elevadores. Um investimento desse porte se paga basicamente no primeiro ano, porque o benefício na qualidade agrega muito valor“, garante Tomas Matuo.

Visitantes conhecendo o equipamento de secagem, nafazenda Sertãozinho - Fotos Luize Hess
Visitantes conhecendo o equipamento de secagem, na fazenda Sertãozinho – Fotos Luize Hess

Tecnologia aprovada

A tecnologia, além de limpa, levou anos de estudos para o seu desenvolvimento pela equipe de engenharia da Cool seed, sendo os resultados avaliados pela Universidade Federal de Viçosa, com pesquisadores renomados na área. “Estamos em constante evolução“, diz o agrônomo.

Nivaldo Lúcio Figueiredo é operador de processo de moagem da Fazenda Sertãozinho, e conta que esse foi o primeiro ano que secou o café no equipamento novo implantado pela Cool seed. “Estávamos com uma temperatura de aproximadamente 70º entrada, 35º na massa do café, e conseguimos assim o objetivo que era uma seca homogênea, contando com a rapidez, pois demora cerca de 20 minutos para carga e descarga dos secadores ou para fazer a movimentação de um modulo a outro. É um secador muito rápido e ágil para isso, sem contar que não se vê nenhum tipo de sujeira. Também o gasto/consumo de lenha torna-se muito pequeno, comparado com os secadores convencionais. Acredito que seja a melhor opção para a seca do café, além de ser limpa, atingindo os objetivos que são propostos“, ressalta.

Antes a fazenda contava com secadores rotativos comuns e a secagem no terreiro. Agora, a facilidade de trazer o café direto da lavoura e colocar no secador ajudou bastante no processo, segundo Nilvado.

“Com a experiência que fizemos, consegui, em 60 horas, pegar um lote com 46% de umidade, aproximadamente, e deixá-lo com a média de 11,8 a 11,5 de umidade, que é o ideal para armazenar e beneficiar. Para realizar o processo, precisávamos de três pessoas ou até mais para retirar o café do terreiro, colocar em carretas para o transporte e depois em secadores convencionais. Agora precisamos do operador do equipamento ou da pessoa que faz o transporte direto da lavoura, não havendo a necessidade de colocar o café no terreiro, depois retirá-lo de lá, para então colocá-lo nos secadores“, elogia José Renato.

Da direita para esquerda Roberto Bortolotto, diretor comercial da Cool seed,
Da direita para esquerda Roberto Bortolotto, diretor comercial da Cool seed,

Essa matéria você encontra na edição de janeiro 2018 da revista Campo & Negócios Grãos. Adquira já a sua.

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