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Miac Colombo – Mais um ano na Expocafé

 

Crédito Luize Hess
Crédito Luize Hess

Como em todos os anos, a Miac participou de mais uma Expocafé. “Nossa empresa sempre apresenta novidades, fruto de nossas pesquisas de mercado e de campo, com o objetivo de atender às necessidades dos produtores, gerando valor para o seu negócio, seja na redução de custos ou na agregação de qualidade ao café colhido“, diz Luiz Vizeu, gerente de marketing da empresa.

Nesse ano a Miac lançou de uma Recolhedora de Café, a RCA-15G, equipamento que incorpora uma série de melhorias sugeridas pelos clientes e desenvolvidas pelo departamento de Engenharia da empresa que permitem o recolhimento em cafés mais estreitos e em áreas inclinadas.

Possui bitola regulável de 1.330 a 1.530 mm, permitindo se ajustar a entrelinhas mais estreitas e/ou garantir mais estabilidade quando a área tiver alguma inclinação. A caçamba foi redimensionada, ficando mais estreita e diminuindo o atrito com as plantasde café. Porém, no momento de descarregar essa caçamba se desloca lateralmente 60 cm (acionamento hidráulico), permitindo descarregar com segurança e se ajustando à distância mínima necessária entre a recolhedora e carreta de transporte.

Mais novidades

A Miac apresentou outra novidade que chegou para aumentar sua linha de colheita de café. Trata-se de uma recolhedora de café para terreiro que trabalha engatada ao sistema de três pontos do trator (portanto, fácil de engatar e fácil de manobrar) e faz o recolhimento por meio de um potente e eficiente sistema de sucção.

O diferencial desse produto, segundo Vizeu, é uma câmara de sucção inovadora que evita os fortes impactos do grão de café e, dessa forma, não quebra nem danifica ou despolpa o café. “Isso é garantia de qualidade do café“, ressalta.

A feira

A participação da Miac na Expocafé é muito importante, pois se trata da maior feira de máquinas para café. Apesar desse momento de acomodação do mercado que está se ajustando à realidade brasileira, a MIAC segue trabalhando e lançando novos produtos como forma de superar esse momento.

“Sabemos que as crises são cíclicas e que o produtor não vai parar de produzir. O desenvolvimento da cadeia do café não vai parar devido a conjunturas momentâneas“, afirma Vizeu.

Essa matéria você encontra na edição de julho da Revista Campo & Negócios Grãos. Adquira o seu exemplar.

 

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