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ALTA Tecnologia aposta na cafeicultura brasileira

 

Crédito Cristiano de Oliveira
Crédito Cristiano de Oliveira

Embora o Brasil seja o líder mundial na produção de café, os cafeicultores brasileiros se encontram em um cenário de incertezas. Por um lado se deparam com projeções otimistas de um aumento significativo da demanda mundial de café para os próximos anos e, por outro, com condições climáticas desafiadoras.

Por dois anos consecutivos, 2014 e 2015, as adversidades climáticas afetaram negativamente a produção de café no Brasil. Além dos efeitos do déficit hídrico, que em parte podem ser amenizados com a irrigação, as lavouras cafeeiras sofreram muito com as altas temperaturas.

Observou-se um aumento das escaldaduras e cloroses nas lavouras em 2015 e, na colheita, desuniformidades na maturação, além de uma enorme redução na granação dos frutos, que repercutiram no aumento do custo da colheita, baixa produtividade, além da perda de qualidade da bebida.

Desafios

Nesse cenário de grandes desafios para a produção e de risco à sustentabilidade da atividade cafeeira, a ALTA disponibiliza ao cafeicultor o Vitasoil, um composto orgânico resultado de nanotecnologia, que nutre de forma especial os micro-organismos benéficos naturalmente presentes nos solos e nas plantas, gerando sua exponencial multiplicação.

Rafael Albuquerque, gerente comercial ” regional Sudeste, explica que o uso de Vitasoil promove melhorias nas características físico-químicas e microbiológicas do solo, desenvolvendo um ambiente mais equilibrado, contribuindo para as plantas expressarem sua melhor produtividade e qualidade na produção, mesmo em condições adversas.

Os resultados foram altamente positivos e ocorreram na forma de um maior enfolhamento e uma maturação dos frutos mais homogênea. Outra importante contribuição do produto foi no processo de granação dos frutos.

Em lavouras localizadas no Cerrado Mineiro, onde apenas 34% possuem sistema de irrigação, na safra 2015 tanto as áreas irrigadas quanto as de sequeiro apresentaram problemas de renda.

“Nas áreas tratadas com Vitasoil, em lavouras com e sem irrigação, as plantas apresentaram maior produtividade (7,5 sc/ha, em média), demonstrando o benefício do produto na redução dos efeitos negativos do estresse climático“, diz Rafael Albuquerque.

Tecnologia a toda prova

O processo de nanotecnologia permite que o Vitasoil seja aplicado em doses baixas, mas com alta eficiência (20 g/ha/ano). Sem representar operações adicionais, o produto se encaixa perfeitamente nas aplicações de rotina da fazenda.

Além dos benefícios no curto prazo, o uso contínuo do produto contribui com o estabelecimento do equilíbrio no solo (aumento da população e da biodiversidade dos micro-organismos, equilíbrio do pH e da qualidade físico-química) e da lavoura, por meio da indução da resistência a pragas e doenças e do aumento de vigor nas plantas.

Essa matéria você encontra na edição de outubro da revista Campo & Negócios Grãos. Adquira já a sua.

 

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