Erros mais comuns na pulverização de morango

0
80

Autor

Mário Calvino Palombiniengenheiro agrônomo e proprietário da Vermelho Naturalvermelhonatural@hotmail.com

A maioria dos controles fitossanitários ocorrem por meio das pulverizações, com exceção de alguns tratamentos biológicos e sistemas alternativos. O primeiro cuidado em relação aos tratamentos é a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPI), de forma adequada e condizente com os tratamentos a serem utilizados.

Na aplicação de fitofarmacêuticos, deve-se levar em consideração os seguintes fatores:

þ Ser adequados e dimensionados para permitir a correta vazão, pressão de funcionamento e possibilitando a aplicação em tempo hábil com a distribuição recomendados;

þ Os equipamentos devem se encontrar em bom estado para assegurar o correto funcionamento e evitar vazamentos acidentais;

þ Os equipamentos devem ser inspecionados antes de cada aplicação;

þ Os equipamentos somente devem ser operados dentro dos limites de sua capacidade, dentro das especificações e das respectivas orientações técnicas;

þ Ter o armazém do fitofarmacêutico em bom estado, de dimensões adequadas, com a manutenção adequada para assegurar que evite vazamentos acidentais;

þ Não se recomenda usar para outros fins os equipamentos e utensílios destinados para tratamento fitossanitário.

Recomendações

As recomendações técnicas de diluição dos fitofarmacêuticos em água podem ocorrer de duas formas: pode ser indicada a quantidade de fitofarmacêuticos por hectare, neste caso calculando a diluição em água conforme a recomendação do volume de água a ser utilizado.

Outra forma de recomendação é a quantidade de fitofarmacêuticos a serem diluídos por quantidade de água. Este fator é importante porque determinados agentes de controle fitossanitários necessitam, para a sua eficiência, de uma diluição adequada, e em outros a água é apenas um meio de transporte até a lavoura.

Alguns fitofarmacêuticos podem ter recomendações vinculadas ao pH da calda, que pode alterar sua composição. O horário de aplicação também deve ser considerado, devido à questão da temperatura e umidade do ar, fatores necessários para a eficiência do agente fitossanitário ou devido a alguma fitotoxidade.

Também se deve avaliar a intensidade do vento, podendo alterar o comportamento da gota durante a pulverização. 

O objetivo do tratamento é distribuir adequadamente e de forma eficiente os agentes fitossanitários na planta ou em partes específicas da lavoura. Para isso, é necessário uma boa distribuição dos fitofarmacêuticos. Neste caso, deve-se avaliar alguns fatores que influenciam nesta distribuição:

; A velocidade de deslocamento do operador ou equipamento, influenciando a quantidade de calda a ser empregada e sua distribuição;

Para ler o restante deste artigo você tem que estar logado. Se você já tem uma conta, digite seu nome de usuário e senha. Se ainda não tem uma conta, cadastre-se e aguarde a liberação do seu acesso.