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Fungos afetam a produção do arroz e podem causar elevação de preços

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O arroz é uma das bases fundamentais da alimentação dos brasileiros. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o consumo per capita no país é de 19,76 quilos por ano. As pragas que o afetam o cultivo desse cereal, como os fungos, contudo, podem comprometer o abastecimento deste item essencial à população – e que cuja produção está estimada em 11,66 milhões de toneladas no país, anualmente, de acordo com o IBGE. 

“Brusone, escaldadura e mancha-parda são nomes desconhecidos dos brasileiros, mas que assombram diariamente os produtores de arroz. Essas doenças causadas por fungos prejudicam a safra e reduzem a quantidade e a qualidade do cereal colhido”, afirma Eliane Kay, diretora executiva do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). 

Brusone é a doença de maior importância econômica para o arroz do país. Em valores, o prejuízo aos agricultores causado pela falta de tratamento nos 1,7 milhão de hectares de arroz semeados, anualmente, poderia superar R$ 19 bilhões. E a consequência direta da escassez de um dos itens da cesta básica, seria o aumento do preço aos consumidores. 

O uso de fungicidas representa a melhor opção no combate às doenças que incidem sobre o arroz. “Após um demorado e rígido ciclo de pesquisas, a indústria de defesa vegetal desenvolveu tecnologias seguras e inovadoras para auxiliar os agricultores no manejo desse importante problema fitossanitário, garantindo a presença do arroz no prato dos brasileiros”, informa a diretora do Sindiveg.  

Todos os defensivos agrícolas – antes de serem liberados para a comercialização e utilizados nas plantações – passam por um rigoroso processo regulatório que leva, em média, cinco anos e envolve a avaliação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ibama. “Este sistema regulatório robusto garante a segurança dos produtos para os agricultores, para a população e ao meio ambiente”, finaliza Eliane Kay. 

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