Inovação em sementes de soja

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Antonio Santana Batista de Oliveira FilhoProfessor de Agronegócio – Unibalsas e de Agronomia – CCA/UEMAa15santanafilho@gmail.com

Jefferson Carvalho BarrosDoutorando em Educação – Unijuí, professor e coordenador de Agronegócio e da pós-graduação em Gestão Executiva no Agronegócio – Unibalsascoord.agronegocio@unibalsas.edu.br

Laís Sodré Ribeiro Graduanda em Agronomia – UEMA/CESBAlaissodreribeiro@gmail.com 

Soja – Créditos: shurtterstock

A soja é uma importante commodity brasileira, com produção de derivados voltados para fabricação de ração animal, alimentação humana, geração de energia e bens de consumo. A cultura é produzida em larga escala no Brasil, contribuindo e sendo responsável pelos grandes resultados obtidos do agronegócio brasileiro.

O Brasil lidera em primeiro lugar o posto de país que mais exporta o grão no mundo. Todos os fatores citados anteriormente impulsionaram o crescimento da produção da soja em nosso país. Na safra 2020/21, segundo a CONAB (2021), “com a colheita da oleaginosa encerrada, a produção é um novo recorde estimado em 135,86 milhões de toneladas, 8,8% superior à produção da safra 2019/20, o que representa um acréscimo de 11 milhões de toneladas”.

Nesse sentido, diversos são os fatores que têm levado a soja a atingir os altos patamares de produção no país, dentre os quais está a qualidade de sementes de soja. Este fator é essencial dentro do contexto das cadeias produtivas, sendo que a escolha de cada cultivar levará a tomadas de decisões mais precisas em relação ao manejo e comercialização da oleaginosa, visto que o diagnóstico detalhado permite detectar todos os fatores que irão resultar na produtividade final.

Berço da genética

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