Physiogrow Color – Promotor de antocianinas nos frutos

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Marcus AltoéGerente técnico e comercial da Biogrow

Maçã – Crédito: Arquivo

O mercado consumidor é altamente exigente em qualidade das frutas, sendo que o aspecto visual, dado entre outros fatores, pela cor e o tamanho dos frutos, é um fator decisivo na escolha de uma fruta em detrimento de outra.

Ainda, tais características estão diretamente relacionadas à classificação e, logo, ao valor comercial, tanto no mercado interno como externo. Assim sendo, produzir frutos de tamanho adequado, bom brix e, principalmente, com excelência em coloração são fatores decisivos para o sucesso do produtor.

Em muitos casos, para variedades de uvas de cor, mesmo que os frutos se encontrem com os teores de sólidos solúveis totais adequados, o fato de os mesmos não apresentarem a película com a cor totalmente fechada ou algumas bagas nos cachos com coloração inadequada, os consumidores podem não ser despertados a comprarem o produto, por acreditarem que os mesmos ainda estejam verdes ou que não apresentam o mesmo sabor dos frutos com a cor característica destas variedades.

Alguns mercados internacionais inclusive limitam a compra caso o “alo” da baga não tenha um fechamento de cor completo.

Cor ideal

As antocianinas são os corantes naturais que dão coloração roxa e avermelhada a muitas frutas e, além do aspecto visual, elas trazem vários benefícios para a saúde. A antocianina pode ser encontrada em diversas frutas, como amora, mirtilo, cereja, morango, uva, maçã, manga e em muitas outras frutas e alimentos.

Existem mais de 600 tipos de antocianina que são usados para diversas funções, como corantes alimentícios e medidores de pH. No nosso organismo, a antocianina proporciona diferentes benefícios.

Na agricultura

A formação da cor (acúmulo de antocianinas) é influenciada por fatores inerentes à cultivar, ao clima, às técnicas de manejo das plantas, ao estádio de maturação, à disponibilidade de nutrientes do solo, dentre outros fatores.

Tendo clara a importância de se produzir frutos de elevada qualidade, no tocante à cor, várias estratégias têm sido adotadas pelos produtores, como implantação de cultivares ou mutações de cultivares com maior potencial para cor, manejo de pomares visando maior exposição dos frutos à luz, rede de granizo colorida, folha reflexiva e, finalmente, a utilização de produtos comerciais (químicos ou naturais), fertilizantes (normalmente a base de potássio) e reguladores de crescimento com ação bioestimulante.

Ao optar pela aplicação de produtos comerciais para obtenção de ganho de cor, é importante que o produtor tenha em mente que alguns produtos, apesar de ter boa eficiência em relação ao ganho de cor, podem, em certas condições, desencadear reações fisiológicas internas nos frutos que interferem negativamente no índice de hidrólise de amido, reduzindo a firmeza de polpa, a acidez titulável, aumentando a taxa respiratória e a biossíntese de carotenoides, diminuindo o potencial de armazenamento.

Vejamos alguns exemplos:

Etefon, um regulador de crescimento que libera etileno, hormônio ligado à maturação, aumenta e intensifica a coloração nas frutas. Porém, por estimular a biossíntese de etileno, o etefon pode aumentar o risco de perdas por queda de frutos em pré-colheita, bem como reduzir o potencial de armazenagem.

Em uvas, vários estudos mostram que, apesar do seu benefício para o ganho de cor, a depender do momento da aplicação, há uma diminuição importante na firmeza da baga e no período potencial de armazenamento. Ainda, para o etefon é muito importante ter atenção com os limites máximos de resíduo permitidos.

O potássio (K) tende a antagonizar o efeito negativo do nitrogênio (N) sobre a cor vermelha, e o fornecimento elevado de K pode complementar o efeito positivo do baixo suprimento de N na formação de antocianinas. No entanto, semelhante ao N, o excesso de K pode diminuir a firmeza da polpa dos frutos após a armazenagem e favorecer o aparecimento de distúrbios fisiológicos, principalmente em maçãs.

Outra ferramenta considerada, principalmente na cultura da uva, é a utilização do ácido abscísico (ABA). Ao utilizar ABA se deve considerar que o melhor efeito se dá quando aplicado no momento da virada de cor (pinta). Contudo, o maior limitante para este tipo de produto está no seu elevado custo.

Contudo, a boa notícia é que novas tecnologias estão sempre sendo desenvolvidas, e com isso novos produtos, mais eficientes na entrega de ganho de cor, sem, no entanto, afetar negativamente as características organolépticas da maçã, após longos períodos de armazenamento, estão sendo lançados. Um bom exemplo destas novas tecnologias é o Physiogrow® Color.

Conheça melhor

O Physiogrow® Color é um fertilizante foliar líquido à base de L-aminoácidos livres e ácidos orgânicos, utilizado para promover uma melhor coloração dos frutos, em que a cor é resultado da expressão das antocianinas, como ocorre, entre outras frutas, com a uva e a maçã.

Contém em sua formulação, aminoácidos precursores das vias de biossíntese do etileno e antocianinas, sem adição de potássio. Sua contribuição se dá pelo estímulo dos processos naturais de pigmentação da fruta, sem alterar os demais aspectos inerentes ao fruto.

Physiogrow® Color é um produto que melhora a síntese natural de etileno nos frutos, e, portanto, deve ser aplicado durante o processo natural de produção do etileno pela fruta. Em função do seu modo de ação, o Physiogrow® Color não interfere nas características naturais de qualidade da polpa da fruta, atuando somente nos processos de formação e produção das antocianinas.

Desta forma, se torna uma ferramenta segura e eficiente, conferindo qualidade à fruta e proporcionando tranquilidade ao produtor, mesmo após longos períodos de armazenamento.

Estudos

Pesquisas recentes comprovam o ganho da cor vermelha nos frutos, a exemplo do trabalho realizado por Gabardo et al. (2019), que ao comparar diferentes doses e momentos de aplicação do Physiogrow Color em macieiras ‘Royal Gala’ por duas safras, encontrou que a dose de 8,0 L/ha aplicada 10 dias antes da colheita confere importante ganho de cor quando comparado com a testemunha absoluta, conforme Tabela 1.

Tabela 1 – Coloração vermelha da epiderme (%) de frutos produzidos por macieiras ‘Royal Gala’ submetidas a diferentes tratamentos. Safras 2017/18 e 2018/19. Fraiburgo (SC), Brasil, 2019.

Tratamentos Coloração vermelha da epiderme dos frutos (%)
  <50% 50_80 % >80%
  Safra 2017/2018
Controle (Sem aplicação) 30,9 a 58,6 ns 10,5 b
Physiogrow 4L ha-1 32,5 a 57,4 10,0 b
Physiogrow 8L ha-1 15,9 b 53,9 30,2 a
Physiogrow 12L ha-1 30,7 a 45,2 24,1 a
Média 33,2 50,8 15,9
CV (%) 16,7 10,6 24,4
  Safra 2018/2019
Controle (Sem aplicação) 12,8 c 52,3ns 34,9 b
Physiogrow 4L ha-1 14,2 c 48,3 37,6 b
Physiogrow 8L ha-1 14,1 c 42,3 43,6 a
Physiogrow 12L ha-1 20,4 b 46,4 33,2 b
Média 17,3 45,1 37,6
CV (%) 17,1 9,8 10,1

Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si, pelo teste de Scott-Knott (p≤0,05), ns: não significativo (p>0,05)

Nota. Fonte: Adaptado de Gabardo, G. C.; De Freitas, L. P.; Contini, R. H.; Dos Santos, K. C.; Farina, E.; Furtado, L. L. (2019). Strategies for Increasing the Apple Epidermis Red Colored with Physiogrow® Color. Journal of Experimental Agriculture International DOI: 10.9734/jeai/2019/v34i330175

Ainda de acordo com Gentil et al., não houve diferença para firmeza de polpa entre os tratamentos em ambos os anos – Tabela 2

Tabela 2 – Firmeza de polpa (Libras) e sólidos solúveis (ºBrix) dos frutos de macieiras ‘Royal Gala’ submetidas a diferentes tratamentos. Safras 2017/2018 e 2018/2019. Fraiburgo (SC), Brasil, 2019.

Tratamentos Firmeza de polpa (Libras) Sólidos solúveis (ºBrix)
  Safra 2017/2018
Controle (Sem aplicação) 21,2 ns 13,7a
Physiogrow 4L ha-1 21,5 11,5a
Physiogrow 8L ha-1 21,7 11,6a
Physiogrow 12L ha-1 22,8 11,4a
Média 21,7 11,0
CV (%) 5,7 13,8
  Safra 2018/2019
Controle (Sem aplicação) 17,7ns 12,1 b
Physiogrow 4L ha-1 16,9 13,4 a
Physiogrow 8L ha-1 16,9 12,0 b
Physiogrow 12L ha-1 17,0 11,9 b
Média 17,1 12,9
CV (%) 11,8 4,9

Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si, pelo teste de Scott-Knott (p≤0,05), ns: não significativo (p>0,05).

Nota. Fonte: Adaptado de Gabardo, G. C.; De Freitas, L. P.; Contini, R. H.; Dos Santos, K. C.; Farina, E.; Furtado, L. L. (2019). Strategies for Increasing the Apple Epidermis Red Colored with Physiogrow® Color. Journal of Experimental Agriculture International DOI: 10.9734/jeai/2019/v34i330175

Para o armazenamento, igualmente as pesquisas comprovam que a aplicação do Physiogrow Color não interferiu negativamente na qualidade da fruta, mesmo após longo período de armazenamento, como se pode comprovar no trabalho desenvolvido pelos pesquisadores Mariuccia Schlichting de Martin, Gentil Carneiro Gabardo e Cristhian Leonardo Fenili, apresentado na Tabela 3.

Tabela 3. Atributos de qualidade de maçãs ‘Fuji Mishima’ submetidas à aplicação de Physiogrow® Color e avaliadas após cinco meses de armazenagem (1 °C) seguidos de sete dias em condição ambiente (20 °C) comparadas a testemunha absoluta. 

Tratamento   Sólidos Solúveis (°Brix) Acidez Titulável (%) Firmeza de polpa (N) CO2 (nmol CO2 kg-1 s -1 Etileno (ρmol CO2 kg-1 s -1)
Testemunha    11,7 0,178     54,9    87,9 358,3
Physiogrow    12,3 0,198     56,9    85,3 300,7
Média      12,0 * 0,188 ns     55,9 ns   86,6 ns 329,5 ns
CV (%)    2,26 18,22     3,56     8,88 12,3

Portanto, é seguro afirmar que o produto Physiogrow Color surge como uma importante ferramenta a ser utilizada pelos produtores para o ganho de cor na maçã sem, contudo, interferir negativamente na qualidade das mesmas após longos períodos de armazenamento.

Resultados semelhantes foram encontrados em diversos estudos realizados na cultura da uva realizados na região do Vale do São Francisco. Estudos internos comparando o Physiogrow Color aos principais produtos até então utilizados, conduzidos a partir de 2019, realizados nas diversas variedades de uva de cor, atestam que o Physiogrow Color é, sem dúvida, uma ferramenta única, ao entregar um excelente resultado quanto ao ganho de cor, sem prejuízo à qualidade pós-colheita destas uvas, mesmo quando submetidas a longos períodos de armazenamento. Vejamos:

1 – Média dos resultados obtidos para a atividade das antocianinas (μmol g-1 massa fresca) nos vários trabalhos desenvolvidos comparando Physiogrow Color e os diferentes produtos utilizados pelos produtores nos anos de 2019 a 2021 nas diferentes variedades de uva de cor.

2 – Média dos resultados obtidos para matéria seca da baga e do engaço (g) nos vários trabalhos desenvolvidos comparando Physiogrow Color e os diferentes produtos utilizados pelos produtores nos anos de 2019 a 2021 nas diferentes variedades de uva de cor.

3 – Média dos resultados obtidos para firmeza de baga 28 dias após armazenamento (pressão N quantificada com ponteira de 3 mm) nos vários trabalhos desenvolvidos comparando Physiogrow Color e os diferentes produtos utilizados pelos produtores nos anos de 2019 a 2021 nas diferentes variedades de uva de cor.

Resultados de estudos iniciais em manga e morango da mesma maneira se mostram muito promissores, indicando que esta nova tecnologia poderá contribuir também para estas culturas e seus produtores.

Outro benefício importante do uso do Physiogrow Color está na concentração das colheitas. Áreas tratadas com o produto tem uma maturação mais uniforme e, com isso, diminui o número de colheitas. Desta forma, há um maior rendimento de colheita, bem como uma diminuição dos custos.

Inovação

Considerando todos os aspectos, estamos seguros em apresentar o Physiogrow Color como uma ferramenta inovadora, capaz de oferecer inúmeros benefícios ao produtor e ao consumidor final, com o grande diferencial da tranquilidade em relação à natureza do produto (não tem problemas de resíduo), bem como segurança do armazenamento desta fruta por longos períodos, permitindo assim leva-la aos mais distantes mercados internacionais, sem perda da qualidade.

Direto do campo

Ivanir Leopoldo Dalanhol é diretor técnico da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM) e diz que, no Brasil, o grande mercado da maçã está nas cultivares de cor vermelha, seja total ou estriada. “Na comercialização da fruta vermelha o produtor consegue sempre um preço bem mais alto. O mercado da fruta vermelha é mais amplo, ou seja, 90% do consumidor brasileiro tem preferência por maçãs desta cor”, define.

Quando a maçã tem uma coloração mais vermelha na classificação, ela passa de categoria 3 ou 2 para categoria 1, o que resulta em um diferencial médio de 30% no valor. Quanto ao manejo para alcançar essa coloração, Ivanir explica que o produtor precisa fazer podas bem-feitas, deixando a fruta exposta ao sol. Também é preciso cuidar da nutrição das plantas e usar produtos que melhoram a cor da fruta.

“Entre as tecnologias disponíveis para favorecer a coloração das maçãs, estão os produtos à base de hormônios, adubos foliares e os produtos da BioGrow, que oferecem um grande diferencial no ganho de cor. São produtos que não aceleram a maturação, o que poderia levar à perda na armazenagem e na gôndola do mercado, o que é de extrema importância para que o produtor consiga programar suas vendas. Então, a qualidade é mantida, sem perda de crocância, que é uma qualidade exigida pelo consumidor”, pontua o diretor técnico da ABPM.

Cuidado!

Quando o produtor usa produtos à base de hormônio, ou excesso de adubo para ganhar cor na fruta, Ivanir Dalanhol alerta que ela não resiste muito tempo nas câmaras frias. Com isso, o produtor obriga-se a comercializar a fruta em épocas que o mercado não está remunerando bem, ou seja, quando há muita oferta da fruta.

“O grande diferencial dos produtos BioGrow está justamente em não acelerar o processo de maturação das frutas, o que dá a vantagem e a tranquilidade ao produtor de mantê-las por mais tempo na armazenagem, sem perder a qualidade. Quanto à minha atuação como consultor e como produtor, tenho usado e recomendado os produtos BioGrow aos meus clientes para melhorar a cor das frutas. Eu cultivo maçã em 90 ha nos municípios de Palmas e Guarapuava, no interior do Paraná, e dou consultoria a outros 400 ha de maçã. A produtividade média em áreas de plena produção chega a 50 ton/ha e todas com uma boa coloração”, garante o especialista.

Ivanir Dalanhol utiliza há cinco anos os produtos Bio Grow, e está muito satisfeito. “Os resultados obtidos pelos produtores assessorados e os meus pomares são muito bons, mas mesmo assim buscamos melhorar e inovar nos novos plantios, buscando a excelência na produtividade e na qualidade. A produção de maçã é muito dinâmica e temos sempre que buscar novas tecnologias para manter os produtos na atividade, o que só acontece quando o produtor tem bons resultados no seu negócio”, pontua.

Palavra de consultor

Francisco Jubilino Cavalcante Neto, mais conhecido como Jubão, é engenheiro agrônomo e consultor em viticultura. Segundo ele, é importante que as variedades de uva apresentem sua coloração ideal, seja vermelha, roxa ou negra, atendendo a especificação de mercado. “A partir daí, o produtor vai conseguir entregar uma fruta de valor agregado ao mercado, com mais agilidade na venda, inclusive”, justifica.

Em relação aos manejos necessários visando a coloração ideal, além de uma nutrição adequada, ele destaca a importância de investir em produtos visando cor, manejo de carga, irrigação e gerenciamento de massa foliar.

“Os resultados nas áreas dos produtores que eu atendo, que usam as ferramentas da BioGrow, são visíveis e todos ficam bastante satisfeitos. Em relação à armazenagem e pós-colheita, que estão entre os pontos mais importantes na cadeia da uva, a BioGrow permite um shelf life muito bom, estendendo o tempo de armazenagem, o que é muito importante, principalmente para as uvas tipo exportação, que precisam manter suas características sem reduzir o seu tempo útil de prateleira”, destaca Jubão.

Coloração é fundamental para as maçãs

Pierre Andrade de Souza é produtor de maçãs no Sítio 3 Meninas, no município de Urupema (SC). Segundo ele, a relação de cor é quase tão importante quanto de defeito, porque o primeiro critério que se tem para selecionar as categorias é a cor, por exemplo, Cat.1, Cat. 2 e Cat. 3.

“As maçãs são compostas por clones, que são frutas com pigmentações mais avermelhadas, com mais coloração do que antigamente. Tínhamos variedades com menos pigmentação, o que já vem no DNA da planta, ou seja, são plantas com potencial de maior coloração de fruto”, considera.

O segundo ponto importante para as maçãs, destacado pelo produtor, é a luz. A literatura diz que para uma fruta se tornar Cat. 1 por coloração, ela teria que ter no mínimo uma hora de luz por dia. Não menos importante é o manejo, envolvendo tamanho de planta, poda, produtos aplicados, etc.

Uma fruta com 100% de coloração terá sempre a preferência na venda, porque ela é uma Cat. 1. E a tendência e a busca do mercado é por qualidade.

Manejo

Hoje, o principal manejo da maçã se inicia no plantio, que segundo Pierre de Souza, deve ser feito no sentido norte-sul, onde se tem maior exposição de luz. Quanto aos produtos, há uma vasta linha no mercado, mas o que ele destaca, por não causar desequilíbrio nutricional no fruto, é o PhysioGrow Color, que permite que a planta seja armazenada por um período longo, mantendo as características nutricionais normais. “Os demais são à base de potássio, e por isso requerem um cuidado maior no momento da aplicação, especialmente em relação à quantidade, para não desequilibrar a fruta”, pontua.

E acrescenta: “A BioGrow tem uma linha de produtos bioestimulantes que o primeiro ponto positivo é o fato de não serem produtos tóxicos, ou seja, não agridem a planta, o meio ambiente ou o ser humano, em contar que são produtos que realmente entregam resultado já a partir do momento que se começa a aplicar, porque o retorno é imediato, não só na planta como também na fruta, que é o produto principal”.

Pierre de Souza aplica o PhysioGrow Color entre sete a 10 dias antes da colheita, porque a fruta que já é Cat. 1 não precisaria de melhorias, tecnicamente. A intenção, portanto, é de melhorar a coloração da maçã Cat. 2 e 3. “Temos observado a campo de 10 até 20% de melhoramento de categoria. Eu tenho 1,3 hectares, mas eu presto assistência para produtores e sempre recomendo a utilização desse produto”, relata.

Coloração garante acréscimo de 30% no preço

Aldemir de Araújo Rodrigues é produtor de uvas e mangas na Fazenda Vitória, além de proprietário de duas revendas de produtos agrícolas e um laboratório de análises agrícolas. Para ele, a importância da coloração nas uvas é fundamental, pois sem uma boa coloração o mercado não compra. “A boa coloração reflete a qualidade e produtividade da fruta, e o mercado remunera com preços melhores. A coloração ideal é aquela que você consegue pelo menos 95% de cor no fruto. Uma fruta com coloração boa alcança até 30% a mais de preço”, entrega.

Em relação ao manejo para conseguir uma boa fruta, Aldemir diz que o ideal é ter as atividades em dia, como poda, desbrota, amarrio, desfolha, quantidade de ramos, gema, cachos por hectare ideal, para não sobrecarregar a planta, além de uma boa nutrição é irrigação.

Por fim, o produtor diz que há uma infinidade de tecnologias e produtos hoje no mercado, cada dia com mais novidades, mas uma ferramenta muito boa é o PhysioGrow, da Biogrow, que segundo ele, veio para ficar.