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Principais tratos culturais para a mangueira

Crédito Shutterstock

Lanna Liza do Nascimento Silva
lannasilva409@gmail.com
Lucas Guilherme Araujo Soares
lucasifpa@gmail.com
Graduandos em Agronomia – Universidade Federal da Amazônia (UFRA)
Thiago Feliph Silva Fernandes
Engenheiro agrônomo e mestre em Fitotecnia – UNESP
thiago.feliph@unesp.br

As práticas culturais realizadas na cultura da mangueira têm a finalidade de fornecer condições favoráveis ao desenvolvimento das plantas, resultando em aumento de produtividade e melhor qualidade do fruto.
É importante atentar-se para os seguintes tratos culturais: controle de plantas invasoras pelo coroamento das plantas e/ou as capinas nas faixas de plantio, que podem ser manuais, mecânicas ou químicas (herbicidas), afim de reduzir a competição por luz (plantas jovens), água, nutrientes, bem como diminuir o número de plantas hospedeiras de pragas e doenças que atacam e que venham a desfavorecer o desempenho produtivo da mangueira; cultivo de plantas intercalares como: como feijão, milho, soja, arroz-de-sequeiro, melancia, abóbora, melão ou mesmo com fruteiras, como mamão, maracujá e abacaxi, a fim de se fazer uso mais racional da terra e reduzir os custos de implantação da cultura.
Quebra-ventos são comumente utilizados em regiões onde ocorrem ventos intensos. Estes podem provocar redução significativa na produção, pois provocam a derrubada de flores e frutos.
De outra forma, aumentando as taxas de respiração da mangueira e a evaporação do solo, diversas frutíferas são habitualmente usadas para esta função, tais como: bananeiras com três a quatro linhas de plantas instaladas entre talhões ou coqueiros nas margens laterais do plantio; irrigação por meio de conhecimento da fase de desenvolvimento e aspectos edafoclimáticos.
Pelo fato de no período inicial após o plantio e na produção se apresentar uma atividade pluviométrica, a atuação de molhamento é extremamente importante para a manutenção do plantio, em fase de produção.
Caso o método de indução floral seja pelo déficit hídrico, interrompe-se a irrigação de um a dois meses antes da época do florescimento, para que entrem em repouso vegetativo. A partir disso, é interessante que as irrigações sejam frequentes para se evitar a queda prematura das flores e frutos, o que pode comprometer o desempenho favorável da produtividade.
Nesta cultura, a técnica da microaspersão por gotejamento é eficiente e também permite a fertirrigação.

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